Sim, o livro está de acordo. O livro foca na explicação das partes da Missa e seus significados, então mencionamos as fórmulas apenas quando elas são indispensáveis para a compreensão de cada parte. Por exemplo, na edição antiga, durante o ofertório, o padre rogava que rezássemos para que "o nosso sacrifício" fosse aceito por Deus pai todo poderoso. Na versão atual, este rogo é para que "o meu e o vosso sacrifício" seja aceito por Deus Pai. Esta diferença é explicada, porque ela afeta o sentido do ofertório. Por sua vez, durante o ato penitencial, mudou-se a fórmula "minha culpa, minha tão grande culpa" por "minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa". Não explicamos esta diferença, porque ela não afeta a compreensão do sentido do ato penitencial.
De todo modo, todas as fórmulas citadas no livro estão em conformidade à Terceira Edição do Missal Romano.
A ideia do Missário é que o fiel comece a identificar em qual parte da Missa está, e a entender o porquê de cada parte da Missa. Nossa experiência tem sido a seguinte: se o fiel entende começa a entender os ritos da Missa, se ele a frequenta todo domingo (pelo menos), com o tempo ele vai naturalmente decorar as frases/respostas da Missa.
Se você busca uma explicação das mudanças, recomendamos que você assista, entre outros, este vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=YpKRNoegZLI&ab_channel=PeGabrielVilaVerde