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Natal - 24 de Dezembro de 2025 - Missa do Galo - Liturgia Diária

  • Foto do escritor: missariobrasil
    missariobrasil
  • 22 de dez. de 2025
  • 6 min de leitura

Na semana passada (4° Domingo do Advento), refletimos sobre o aceite de José e o cumprimento das profecias messiânicas.

A Igreja Católica celebra o Natal com três Missas distintas, cada uma ressaltando diferentes aspectos do mistério do nascimento de Jesus Cristo, e o fiel deve participar de pelo menos uma. Antes destas, temos a Missa da Vigília, que é aquela celebração realizada na véspera de alguma solenidade.


Missa da Noite (Missa do Galo) - Celebrada à meia-noite (ou outro horário à noite), dá ênfase no nascimento histórico de Jesus do seio da Virgem Maria, destacando sua humanidade.


Missa da Aurora - Ao amanhecer, celebra a revelação de Cristo como a luz do mundo, enfatizando seu nascimento espiritual em nossas almas.


Missa do Dia - Durante o dia, celebra Jesus como o Rei e Messias prometido, reconhecendo sua soberania divina e sua geração de Deus Pai.


Cada missa possui leituras e simbolismos próprios que refletem diferentes aspectos do nascimento de Jesus.

Natal - 24 de Dezembro de 2025 - Missa do Galo - Liturgia Diária

O que vamos aprender nessa semana?

No Evangelho, a narrativa do nascimento de Jesus em Belém, ressalta sua humanidade e a humildade de seu nascimento. Na Primeira Leitura, Isaías profetiza sobre a vinda de um menino que trará paz e justiça, prenunciando o nascimento de Jesus.

Na Segunda Leitura, Paulo fala sobre a graça de Deus manifestada na salvação trazida por Jesus Cristo.

 

Neste Natal, somos convidados a redescobrir o verdadeiro significado desta celebração. Hoje lembramos que, apesar das distrações e do consumismo que podem cercar o Natal, a atenção deve estar na humilde manjedoura onde Jesus nasce. Este é um convite a viver o Natal não apenas como uma lembrança histórica, mas como uma atualização da presença de Deus que deseja nascer em cada coração, trazendo luz, esperança e transformação para nossas vidas e para o mundo.


Leituras

Primeira Leitura (Is 9,1-6) - Leitura do Livro do Profeta Isaías

O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu. Fizeste crescer a alegria, e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença como alegres ceifeiros na colheita, ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos. Pois o jugo que oprimia o povo, - a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais - tu os abateste como na jornada de Madiã. Botas de tropa de assalto, trajes manchados de sangue, tudo será queimado e devorado pelas chamas. Porque nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da Paz. Grande será o seu reino e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade, a partir de agora e para todo o sempre. O amor zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar estas coisas.


Salmo Responsorial - Sl 95(96), 1-2a.2b-3.11-12,13 (R. Lc 2,11) - Glória ao Criador!


O Salmo 95(96) nos convida a cantar um novo cântico ao Senhor, celebrando a vinda do Salvador que traz justiça e paz à terra.


Refrão (Lc 2,11): Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo o Senhor.


Cantai ao Senhor Deus um canto novo, † cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! * Cantai e bendizei seu santo nome! R.

Dia após dia anunciai sua salvação, † manifestai a sua glória entre as nações, * e entre os povos do universo seus prodígios! R.

O céu se rejubile e exulte a terra, aplauda o mar com o que vive em suas águas; os campos com seus frutos rejubilem e exultem as florestas e as matas R.

Na presença do Senhor, pois ele vem, porque vem para julgar a terra inteira. Governará o mundo todo com justiça, e os povos julgará com lealdade. R.


Segunda Leitura (Tt 2,11-14) - Leitura da Carta de São Paulo a Tito

Caríssimo: A graça de Deus se manifestou trazendo a salvação para todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo com equilíbrio, justiça e piedade aguardando a feliz esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós, para nos resgatar de toda maldade e purificar para si um povo que lhe pertença e que se dedique a praticar o bem.


Evangelho (Lc 2,1-14)

Aconteceu que naqueles dias, César Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento de toda a terra. Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam registrar-se cada um na sua cidade natal. Por ser da família e descendência de Davi, José subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, até a cidade de Davi, chamada Belém, na Judeia, para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto, e Maria deu à luz o seu filho primogênito. Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria. Naquela região, havia pastores que passavam a noite nos campos, tomando conta do seu rebanho. Um anjo do Senhor apareceu aos pastores, a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram com muito medo. O anjo, porém, disse aos pastores: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura”. E, de repente, juntou-se ao anjo uma multidão da coorte celeste. Cantavam louvores a Deus, dizendo: “Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados”.


Palavras do Papa

Esta noite, que significado tem ainda para as nossas vidas? Transcorridos dois milênios desde o nascimento de Jesus, (...) depois de tanto consumismo que envolveu o mistério que celebramos, corremos um risco: o de sabermos muitas coisas sobre o Natal, mas esquecermos o seu significado. Como voltar a encontrar o significado do Natal? (...)


O Evangelho do nascimento de Jesus parece escrito precisamente para isto (...). De fato, começa com uma situação parecida com a nossa: todos estavam preocupados e atarefados com um evento importante em desenvolvimento - o grande recenseamento - que exigia muitos preparativos. Neste sentido, o clima de então era semelhante ao que nos envolve, hoje, no Natal. Mas a narração do Evangelho distancia-se daquele cenário mundano. (...) detém-se num pequeno objeto, aparentemente insignificante, que menciona três vezes. (...) A manjedoura! Para voltar a encontrar o sentido do Natal, é preciso fixar nela o olhar. E por que é tão importante a manjedoura? Porque é o sinal, não casual, com que Cristo entra em cena no mundo. É o manifesto com que Se apresenta, o modo como Deus nasce na história para fazer renascer a história. Que nos quer dizer então a manjedoura? (...)

 

1. Proximidade. (...) Da manjedoura, como alimento para a tua vida, diz-te: «Se te sentes consumido pelos acontecimentos, se o teu sentimento de culpa e a tua inadequação te devoram, se tens fome de justiça, Eu - o teu Deus - estou contigo. (...)

 

2. Pobreza. (...) As pessoas hospedavam-se no quentinho dos albergues, não no estábulo frio duma pensão; mas aqui nasceu Jesus, e a manjedoura lembra-nos que nada mais havia em redor senão quem Lhe queria bem: Maria, José e alguns pastores (...). E assim a pobre manjedoura faz emergir as verdadeiras riquezas da vida: não o dinheiro nem o poder, mas as relações e as pessoas. (...)

 

3. Concretismo. De fato, um bebê numa manjedoura constitui uma cena chocante, até mesmo uma cena dura. Lembra-nos que Deus Se fez verdadeiramente carne. (...) Da manjedoura à cruz, o seu amor por nós foi palpável, concreto: do nascimento à morte, o filho do carpinteiro abraçou a aspereza da madeira, a aspereza da nossa existência. Não nos amou com palavras, não nos amou por divertimento!

 

Por conseguinte não Se contenta com aparências. Não quer apenas bons propósitos, Ele que Se fez carne. Ele que nasceu na manjedoura, procura uma fé concreta, feita de adoração e caridade, não de palavreado e exterioridade. (...) No Natal, Deus é concreto: em seu nome, façamos renascer um pouco de esperança em quem a perdeu! (Angelus, 24 de dezembro de 2022)

 
 
 

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