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Semana 53 - 31/12/2023 - Sagrada Família

Na semana passada (4° Domingo do Advento), vimos o anjo Gabriel anunciando o nascimento de Jesus a Maria. E no dia seguinte celebramos o Nascimento de Jesus.

Na solenidade da Sagrada Família, um anjo avisa José para fugir de Herodes levando Maria e Jesus.


OBSERVAÇÃO 1: Do mesmo modo que o Natal, esse ano a "Sagrada Família" e a Missa de "Santa Maria, Mãe de Deus" caem no Domingo (31) e Segunda (01). Para os que costumam ir a Missa no Domingo à noite, lembre-se que as Missas do dia 31 à noite serão de Véspera de "Santa Maria, Mãe de Deus". Por isso, na maioria das Igrejas, a Missa da noite do dia 31 não será com a liturgia da Sagrada Família, confirme como serão as Missas na sua Igreja!


Por exemplo, você pode ir na Missa de sábado à noite (Sagrada Família), e domingo à noite (Santa Maria). Ou domingo de manhã (Sagrada Família) e na segunda dia 01 para Santa Maria, Mãe de Deus.


OBSERVAÇÃO 2: A Festa da Sagrada Família deste ano tem duas sequências de leituras possíveis (porém o mesmo evangelho).


1ª Sequência - O que vamos aprender nessa semana?


No Evangelho, A Virgem Maria e São José apresentam Jesus no templo. Na primeira leitura, o Sirácida nos fala a importância do mandamento de honrar Pai e Mãe para a nossa Salvação.

Na segunda leitura, Paulo nos fala sobre o amor e a família.


Neste domingo, celebramos a Família, que é algo sagrado.


Leituras

Primeira Leitura (Eclo 3, 3-7, 14-17a)

Leitura do Livro do Eclesiástico


Deus honra o pai nos filhos e confirma, sobre eles, a autoridade da mãe. Quem honra o seu pai alcança o perdão dos pecados; evita cometê-lo e será ouvido na oração quotidiana. Quem respeita a sua mãe é como alguém que ajunta tesouros. Quem honra o seu pai terá alegria com seus próprios filhos; e, no dia em que orar, será atendido. Quem respeita o seu pai, terá vida longa e quem obedece ao pai é o consolo da sua mãe. Meu filho, ampara o teu pai na velhice não lhe causes desgosto enquanto ele vive. Mesmo que ele esteja perdendo a lucidez procura ser compreensivo para com ele não o humilhes, em nenhum dos dias de sua vida a caridade feita a teu pai não será esquecida, mas servirá para reparar os teus pecados e, na justiça, será para tua edificação.


Segunda Leitura (Cl 3,12-21)

Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses


Irmãos: Vós sois amados por Deus, sois os seus santos eleitos. Por isso, revesti-vos de sincera misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se um tiver queixa contra o outro. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai vós também. Mas, sobretudo, amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da perfeição. Que a paz de Cristo reine em vossos corações, à qual fostes chamados como membros de um só corpo. E sede agradecidos. Que a palavra de Cristo, com toda a sua riqueza, habite em vós. Ensinai e admoestai-vos uns aos outros com toda a sabedoria. Do fundo dos vossos corações, cantai a Deu salmos, hinos e cânticos espirituais em ação de graças. Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja feito em nome do Senhor Jesus Cristo. Por meio dele dai graças a Deus, o Pai. Esposas, sede solícitas para com vossos maridos como convém, no Senhor. Maridos, amai vossas esposas e não sejais grosseiros com elas. Filhos, obedecei em tudo aos vossos pais pois isso é bom e correto no Senhor. Pais, não intimideis os vossos filhos para que eles não desanimem.


Evangelho (Lc 2, 22-40)


Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. Conforme está escrito na Lei do Senhor: "Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor". Foram também oferecer o sacrifício — um par de rolas ou dois pombinhos — como está ordenado na Lei do Senhor. Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: "Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel". O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: "Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma". Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.


Palavras do Papa


Depois do Natal, a liturgia convida-nos a fixar o olhar na Sagrada Família de Jesus, Maria e José. É bom refletir que o Filho de Deus, como todas as crianças, quis ter necessidade do calor de uma família. Precisamente por esta razão, porque é a de Jesus, a família de Nazaré é modelo, na qual todas as famílias do mundo podem encontrar o seu seguro ponto de referência e inspiração. Em Nazaré floresceu a primavera da vida humana do Filho de Deus, no momento em que foi concebido por obra do Espírito Santo no ventre virginal de Maria. Dentro das paredes hospitaleiras da Casa de Nazaré, a infância de Jesus teve lugar na alegria, rodeada pelos cuidados maternais de Maria e de José, na qual Jesus pôde ver a ternura de Deus. (Angelus 27 de dezembro de 2020)


2ª Sequência - O que vamos aprender nessa semana?

No Evangelho, A Virgem Maria e São José apresentam Jesus no templo. Na primeira leitura, o Senhor concede um filho a Abraão.

Na segunda leitura, vemos que pela fé Abraão recebeu descendentes tão numerosos como as estrelas do céu.


Neste domingo, celebramos a Família, que é algo sagrado.


Leituras

Primeira Leitura (Gn 15,1-6; 21,1-3)

Leitura do Livro do Gênesis


Naqueles dias, o Senhor falou a Abrão, dizendo: “Não temas, Abrão! Eu sou o teu protetor e tua recompensa será muito grande”. Abrão respondeu: “Senhor Deus, que me darás? Eu me vou desta vida sem filhos e o herdeiro de minha casa será Eliezer de Damasco”. E acrescentou: “Como não me deste descendência, um servo nascido em minha casa será meu herdeiro”. Então o Senhor falou-lhe nestes termos: “O teu herdeiro não será esse, mas um dos teus descendentes é que será o herdeiro”. E, conduzindo-o para fora, disse-lhe: “Olha para o céu e conta as estrelas, se fores capaz!” E acrescentou: “Assim será a tua descendência”. Abrão teve fé no Senhor, que considerou isso como justiça. O Senhor visitou Sara, como tinha prometido, e cumpriu o que lhe dissera. Ela concebeu e deu a Abraão um filho na velhice, no tempo que Deus lhe havia predito. Abraão deu o nome de Isaac ao filho que lhe nascera de Sara.


Segunda Leitura (Hb 11,8.11-12.17-19)

Leitura da Carta aos Hebreus


Irmãos: Foi pela fé que Abraão obedeceu à ordem de partir para uma terra que devia receber como herança, e partiu, sem saber para onde ia. Foi pela fé também que Sara, embora estéril e já de idade avançada, se tornou capaz de ter filhos, porque considerou fidedigno o autor da promessa. É por isso também que de um só homem, já marcado pela morte, nasceu a multidão “comparável às estrelas do céu e inumerável como a areia das praias do mar”. Foi pela fé que Abraão, posto à prova, ofereceu Isaac; ele, o depositário da promessa, sacrificava o seu filho único, do qual havia sido dito: “É em Isaac que uma descendência levará o teu nome”. Ele estava convencido de que Deus tem poder até de ressuscitar os mortos, e assim recuperou o filho — o que é também um símbolo.


Evangelho (Lc 2, 22-40) - *Mesmo da 1ª sequência


Palavras do Papa


Depois do Natal, a liturgia convida-nos a fixar o olhar na Sagrada Família de Jesus, Maria e José. É bom refletir que o Filho de Deus, como todas as crianças, quis ter necessidade do calor de uma família. Precisamente por esta razão, porque é a de Jesus, a família de Nazaré é modelo, na qual todas as famílias do mundo podem encontrar o seu seguro ponto de referência e inspiração. Em Nazaré floresceu a primavera da vida humana do Filho de Deus, no momento em que foi concebido por obra do Espírito Santo no ventre virginal de Maria. Dentro das paredes hospitaleiras da Casa de Nazaré, a infância de Jesus teve lugar na alegria, rodeada pelos cuidados maternais de Maria e de José, na qual Jesus pôde ver a ternura de Deus (Angelus 27 de dezembro de 2020)